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Vai investir em irrigação? Então saiba como fazer o manejo correto do sistema

Vai investir em irrigação? Então saiba como fazer o manejo correto do sistema

Quase 7 milhões de hectares são cultivados no Brasil com algum tipo de sistema de irrigação. O uso “programado” da água para suprir a falta de chuvas em determinadas épocas do ano potencializa os resultados do campo, permitindo aumento de produtividade e otimização do uso do solo. Em Mato Grosso, por exemplo, áreas semeadas sob pivôs garantem a produção de até três safras anuais.

As vantagens da irrigação, claro, chamam a atenção de agricultores. Não à toa, a previsão da Agência Nacional de Águas (ANA) é de que o uso de sistemas irrigados possa crescer até 45% no país até 2030. Só que “apenas” instalar o sistema, não é garantia de que os resultados apareçam.

Engenheiro agrônomo com doutorado em Agronomia, Cleonir Andrade Faria Júnior é um especialista no assunto. Instrutor credenciado junto ao Senar-MT, ele falou sobre a importância do manejo correto da irrigação em grandes culturas – como soja, milho, algodão – no programa Bom Dia Senar Mato Grosso. Além da economia do recurso hídrico, a prática permite menores gastos com energia e, principalmente, maior eficiência do sistema.

Segundo o instrutor, o manejo da irrigação é um conjunto de técnicas que são usadas para administrar a disponibilidade de água em cultivos e plantações. Por meio do monitoramento da evapotranspiração e das precipitações e da irrigação (feito por equipamentos e sensores específicos), o produtor consegue ter a noção exata da quantidade de água necessária para ser aplicada ao solo, evitando desperdícios e excessos. Este manejo pode ser feito via solo, via atmosfera ou de maneira integrada. No vídeo abaixo você revê o programa na íntegra e pode conferir detalhadamente as características de cada tipo de manejo. Confira!

O tema também foi destaque no quadro “Senar-MT Responde” exibido nesta sexta-feira, 17, no Mercado e Companhia. Veja!

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