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Confira aqui como fazer para efetuar o pagamento do INSS como autônomo

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Confira aqui como fazer para efetuar o pagamento do INSS como autônomo. Para quem já está inscrito no INSS, basta entrar no site e emitir a guia de pagamento. Essa inscrição é o NIT (Número de Inscrição do Trabalhador), mas o segurado também pode usar o PIS ou Pasep. Com frequência, o NIT e o PIS/Pasep são o mesmo número. 

Com essa informação em mãos, o segurado pode começar a contribuir, mas antes é necessário entender os códigos de recolhimento. É importante entender isso primeiro, pois a correção de dados precisa ser feita na Receita Federal, quando houver necessidade, e não no INSS.

Pagamento trimestral
O pagamento trimestral só está disponível para quem faz recolhimentos pelo salário mínimo. Quem opta por esse modelo faz quatro pagamentos ao ano, nos meses de março, junho, setembro e dezembro.

Plano simplificado
O plano simplificado tem uma alíquota menor de pagamento e não dá direito à aposentadoria por tempo de contribuição. Só podem fazer os pagamentos por esse plano os contribuintes que não são prestadores de serviços a empresas.

Veja os códigos de recolhimento:

  • 1007    Contribuinte individual (mensal)
  • 1104    Contribuinte individual (trimestral)
  • 1120    Contribuinte individual no plano simplificado (mensal)
  • 1147    Contribuinte individual no plano simplificado (trimestral)

Esses números devem ser informados no site do INSS, no link para cálculo da guia de pagamento ou no carnê que será pago no banco ou na lotérica.

No caso de quem nunca trabalhou com carteira assinada e não tem inscrição na Previdência, é necessário fazer esse procedimento antes de iniciar os pagamentos. A filiação pode ser feita pela Central 135 ou no site.

Veja as respostas às dúvidas mais comuns dos segurados do INSS

Veja as respostas às dúvidas mais comuns dos segurados do INSS. As sucessivas tentativas de mudar as regras para aposentadorias, pensões e demais benefícios administrados pelo INSS criam insegurança e dúvidas em quem está na ativa, prestes a se aposentar ou não.

Desde o início de 2019, o volume de buscas de informações sobre aposentadorias subiu 29% na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo levantamento da ferramenta Google Trends, que analisa os assuntos mais consultados por meio do buscador. O balanço foi feito a pedido do Agora,que responde às dúvidas e explica como funcionam as regras do INSS. 

Algumas dessas pesquisas mostram a necessidade de mais informações sobre questões básicas, como o funcionamento do INSS e o significado de siglas bastante repetidas no noticiário sobre Previdência, como o Cnis e o PPP. O primeiro é o cadastro de contribuições dos trabalhadores, e o PPP é o formulário exigido pelo INSS para o reconhecimento dos direitos de quem trabalha exposto a agentes nocivos à saúde.

A primeira pergunta é essencial: “o que é INSS?” O levantamento também mostra uma frequência alta de dúvidas sobre as mudanças nas regras. A questão que mais aparece quando o tema é aposentadoria é: “O que muda com a reforma da Previdência?”.

Mesmo o trabalhador mais ligado às discussões de possíveis mudanças pode acabar confuso. A cada tentativa de alterar as regras, são muitas as versões, com idas e vindas, até o texto final e definitivo.

A proposta que está atualmente em discussão no Senado é a segunda a ser apresentada desde 2016, quando o presidente era Michel Temer (​MDB).

Antes dele, Dilma Rousseff (PT) propôs regras mais duras para pensão por morte, e Lula (PT) tentou criar uma idade mínima para as aposentadorias. O fator previdenciário, redutor dos cálculos das aposentadorias por tempo de contribuição, foi criado na gestão Fernando Henrique Cardoso (PSDB).






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