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Como Fazer um Mestrado no Exterior?

Como Fazer um Mestrado no Exterior?

Fazer um mestrado é o caminho ideal para que deseja ampliar seu conhecimento na área da pesquisa ou, ainda, se dedicar à docência. Existem centenas de faculdades e universidades no Brasil que disponibilizam programas para essa pós-graduação stricto sensu, mas também há opções a serem cursadas no exterior.

Como fazer um mestrado no exterior?
Como fazer um mestrado no exterior?

O aluno que desejar realizar seu curso em um outro país deve ficar atento a alguns detalhes, como, por exemplo, a forma de ingresso no programa ou a validade (ou reconhecimento) do diploma no Brasil. Para isso, pesquise muito antes de escolher como dará esse próximo passo acadêmico. 

Como fazer um mestrado no exterior?

É possível aplicar sua vaga diretamente com universidades fora do Brasil que aceitem estudantes estrangeiros em cursos de mestrado. Para conseguir uma bolsa de estudo com eles é necessário seguir algumas regras, como falar fluentemente o idioma do país estrangeiro. Isso normalmente é comprovado com a apresentação de certificados de proficiência e em entrevistas com a própria instituição. 

Também existe a possibilidade de entrar diretamente em um programa de mestrado com instituições brasileiras que têm parcerias com universidades estrangeiras. É o caso do Instituto de Educação Superior Latinoamericano (Iesla).

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Conforme explica Jéssica Chaves, Coordenadora de Convênios e Parcerias, os cursos da Iesla acontecem em módulos presenciais em instituições argentinas e, em um dos casos (mestrado jurídico), na Espanha. “Nosso mestrado é divididos em quatro módulos de 15 dias que acontecem em janeiro e em julho e uma quinta etapa em que o aluno vai para o país apenas para defender a sua dissertação, o que pode ser em português ou espanhol, dependendo do país”.

Esse tipo de modalidade é ideal para quem não tem disponibilidade para se dedicar totalmente a um mestrado no exterior e procura por preços mais acessíveis. O curso é administrado pelas próprias universidades estrangeiras – a qual também oferece o corpo docente. A Iesla, nesse caso, é responsável por fazer essa “interface” entre o aluno e a instituição, além de oferecer assessoria para o preparo da viagem, curso de espanhol gratuito para os estudantes e serviço editorial para a publicação de artigos e de dissertações. 

“Os cursos têm validade no Brasil e atendem os pré-requisitos de validade e de carga horária do Ministério da Educação (MEC) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A cada encontro a gente chega a levar cerca de 700 alunos para seus cursos”, conta Jéssica.

É possível conseguir bolsas de estudo para o mestrado na Iesla pela plataforma do Quero Bolsa. O site garante vagas para que o aluno faça sua pós-graduação, saiba mais sobre a instituição e leia, ainda, a opinião de outros estudantes que fizeram o mestrado nessa mesma modalidade. 

O que saber antes de começar um mestrado no exterior?

Antes de iniciar o seu mestrado em outro país é importante pesquisar muito. Primeiro, saiba exatamente qual o direcionamento do curso, sua carga horária, os pontos positivos e, claro, os negativos. Para não deixar passar nenhuma dúvida, é ideal conversar com pessoas que já tenham participado do programa e possam contar um pouco melhor sobre a estrutura da universidade, do corpo docente e outros detalhes sobre a vivência  prática nesse outro país. 

Além disso, tenha tempo hábil para se preparar para o curso. Isso levando em consideração não apenas o período de pesquisa, mas também o necessário para aprimorar seu idioma e organizar finanças e documentação exigida pela instituição. O ideal é que esse preparo tenha início, em média, um ano antes da data em que você deseja já estar estudando fora. 

 mestrado em outro país
Saiba mais detalhes sobre como fazer um mestrado em outro país

Falando em documentação, é importante ter em vista que esse processo pode ser bem mais burocrático do que geralmente é aqui no Brasil. Isso porque a instituição estrangeira provavelmente pedirá uma série de documentos que precisarão ser emitidos, como o histórico escolar do ensino fundamental, médio e superior, cartas de referência e planos de estudos, por exemplo. E, claro, todos eles deverão ter tradução para o idioma da universidade. 

Essa documentação varia conforme a instituição e o curso escolhidos. Por isso, é importante estar atento às exigências e manter contato com a faculdade. Geralmente existe um setor responsável que auxilia os alunos estrangeiros. 

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Por fim, não se esqueça que, além de participar das aulas e desenvolver o seu projeto de pesquisa, será necessário fazer outras coisas fora da faculdade, como se alimentar, arranjar hospedagem e, claro, conhecer mais sobre o local como um bom turista.

Dependendo do programa é possível ter um visto internacional que autorize, além de realizar o curso, também trabalhar. Além disso, é possível encontrar funções na própria faculdade, como monitor de laboratórios ou de bibliotecas.

De qualquer forma. para não cair em nenhuma “cilada financeira” e ficar com os gastos apertados, foco no planejamento no período anterior ao curso. Com certeza esse tempo será primordial para que haja uma boa preparação. 

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